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As pessoas mais propensas a apresentar Doença Renal Crônica são aquelas que têm hipertensão arterial, diabetes, obesos, com histórico de pessoas na família que tenham Doença Renal Crônica (por exemplo, que já fizeram ou fazem diálise ou, se já foram ou são transplantados de rim), idosos e pessoas com doenças autoimunes.

Cerca de 35.000 pessoas realizam diálise no estado de São Paulo no ano de 2021, sendo que a grande maioria está em hemodiálise (mais de 31.000). 

 

Além disso, cerca de 17.000 pessoas vivem no estado com um rim transplantado funcionante.

A doença renal mais frequente é a doença renal crônica, que pode ter diferentes causas. Entre elas, estão:

– A doença renal do diabetes

– A doença renal causada pela hipertensão

– As doenças glomerulares, que são popularmente conhecidas como nefrites

– A doença policística autossômica dominante, que é uma doença familiar que causa cistos nos dois rins, aumento do tamanho dos rins e perda da função renal

– Cistos simples, que geralmente são achados ao acaso em ultrassom de rotina

– Pielonefrite, que é a infecção do rim

As complicações incluem aumento da pressão arterial, edemas (inchaços), anemia, doenças ósseas, desnutrição, acúmulo de potássio (que pode levar a arritmias cardíacas) e outros tipos de doenças cardiovasculares, como insuficiência cardíaca e infarto. 

 

A evolução da doença renal crônica para morte precoce é mais provável do que a evolução para diálise; e isso ocorre em decorrência de um evento cardiovascular, como infarto ou derrame cerebral.

Não! Doença do Rim não é contagiosa como são as doenças infecciosas. Você não pode pegar de alguém. A maioria das doenças renais são causadas por diabetes e pressão arterial alta, sem controle adequado, além de condições que podem ocorrer em famílias. Se você é um membro da família de alguém que tem diabetes, pressão arterial alta, ou doença renal, deve pedir ao seu médico para verificar sua pressão arterial, solicitar exame de urina simples e a função renal no sangue em seu checkup. Lembre-se: o exame que avalia a função renal chama-se CREATININA. É simples, muito barato e pode ser realizado pelo SUS.

A maior parte do colesterol que dosamos no sangue é produzida pelo fígado, mas o encontramos também em alimentos como ovos, carnes, leite e seus derivados. Dentro do nosso corpo, o colesterol é transportado no sangue por lipoproteínas, que tornam a gordura mais solúvel. O problema é que algumas delas podem se depositar e acumular nas artérias, aumentando o risco de doenças vasculares.

 

Na medida em que as lipoproteínas com colesterol se depositam nas paredes das artérias, diminuem o espaço para a passagem do sangue e, com o tempo, algumas delas podem ficar totalmente obstruídas. Se isso ocorre, por exemplo, no coração, temos o infarto agudo do miocárdio; se ocorre no cérebro, o derrame cerebral.


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